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Que o setor farmacêutico está expandindo cada vez mais não é novidade. Em cada esquina que passamos, lá está uma farmácia de portas abertas nos esperando. Segundo a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), o setor está com a maior taxa de expansão dos últimos sete anos.

Em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, o número de farmácias cresceu 48% nas últimas duas décadas. Em 2018, farmácias e drogarias por todo o Brasil registraram aumento de 2,8%. Estes e outros dados apontam 2019 como o melhor ano para o setor desde 2015.

Achou pouco?

Uma análise realizada pela EMIS Insights destaca que o Brasil deve se tornar o quinto maior no mercado farmacêutico até 2022, a expectativa é que supere até mesmo a França. Ainda conforme a pesquisa, de 2018 a 2022, espera-se que as vendas de medicamentos continuem a crescer com taxa anual entre 5% e 8%.

1.

Motivos para o crescimento de farmácias

O crescimento do número de farmácias pode estar atrelado à demanda da população por uma maior qualidade e expectativa de vida. Afinal, quem gosta de sentir dores? Dessa forma, o brasileiro busca por remédios para evitar os incômodos, doenças e problemas do cotidiano.

Além disso, a diversificação das vendas é de extrema significância. A grande maioria do público que frequenta as farmácias não busca apenas por remédios, mas por objetos de higiene pessoal, de beleza e até mesmo alimentos. Em 2018, 31,9% das vendas registradas em farmácias não eram de medicamentos, mas de higiene pessoal e beleza.

Ao mesmo tempo, uma nova preocupação surge em relação à automedicação. Até novembro de 2019, a venda de medicamentos sem prescrição médica subiu 21%.

2.

Faturamento das farmácias

Não por acaso, o faturamento deste setor alavancou nos últimos sete anos. Dados da IQVA, analisados pela Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar), apontam o crescimento no faturamento de 7,9%. Os dados são de 2019 e foram comparados com o ano anterior.

Ao todo, o faturamento do setor farmacêutico chegou em R$ 121 bilhões.

3.

Impacto na profissão de farmacêutico

É comum ouvirmos histórias de pessoas que terminaram a faculdade de farmácia e logo após se encaixaram no mercado de trabalho. Isto porque o farmacêutico está como a segunda profissão de nível superior que mais gerou novos empregos com carteira assinada. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), durante o primeiro trimestre de 2019.

Para complementar ainda mais as informações, a Abrafarma destaca que nos primeiros sete meses do ano passado, as vagas para farmacêuticos cresceram 5,2%.

4.

2017 como alavanca para as farmácias

A alavanca para todo o crescimento exposto até aqui ocorreu em 2017. Apesar da crise econômica que ainda estava presente no Brasil, foram exportados produtos farmacêuticos no valor de 1,2 bilhão de dólares. Entre os principais destinos de exportação estavam: Estados Unidos, Dinamarca, França e os países da América Latina.

O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos de São Paulo (Sindusfarma) destaca que em 2017, as vendas de medicamentos no mercado brasileiro aumentaram 11,8%. Na época, o Brasil se tornou o sexto maior no mercado farmacêutico, atrás apenas de países como Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França.

As farmácias avançam cada vez mais e em sete anos, sem dúvida, teve seu maior crescimento.

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